17 de junho de 2011

Deusdith comemora fim da greve dos servidores

     O vereador Deusdith de Souza (PP) aproveitou o seu discurso de quinta-feira (16) para agradecer a paciência da comunidade em aguardar o fim da greve dos servidores. “Eu tenho certeza que as reivindicações são as mais justas possíveis, mas não deixam de trazer prejuízo a nossa comunidade. Se o resultado não foi aquilo que os servidores esperavam, em função de ser muito grande a reposição salarial, acumulada durante muitos anos, tenho certeza que chegou perto”.
   O líder do Partido Progressista ainda ressaltou o importante papel desempenhado pela Comissão Especial da câmara. “Temos que dizer muito obrigado ao Fábio, Vânio, Helenice e Beto. Foi mais de uma semana de trabalho intenso. Esta comissão não foi formada somente por aqueles vereadores que estavam como membros da comissão, mas foi por todos, pois cada um deles representava um partido político”.
   Deusdith contou que os parlamentares conversavam com os servidores, amadureciam as questões, faziam planilhas e levavam ao conhecimento dos secretários municipais responsáveis. “Foi um trabalho árduo. Temos que agradecer também a Sueli, Sergio, Adriana e Maria Emília por terem agido de forma tão madura nos diálogos. Confesso que em toda a minha atividade parlamentar, esta foi uma das negociações mais extenuantes que já participei”.
   Para o progressista, o Sintraseb deve, de agora em diante, acompanhar ainda mais os gastos públicos, sobretudo os cargos comissionados. “A estrutura do executivo está muito inchada e no limite de gastos permitidos constitucionalmente. Não tenho dúvidas de que o próximo prefeito terá que enxugar a máquina para efetivamente poder executar os investimentos necessários no município e cumprir a demanda dos servidores”.
   Conforme o parlamentar, algumas secretarias não se justificam, como a de Articulação Política. “O que ela faz? Qual a sua importância? Ela não poderia estar junto a outra secretaria? O mesmo acontece com as de Obras e Serviços Urbanos. Pra que duas? Elas não poderiam ser uma só? Temos que começar a questionar estas questões”.

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