Na matéria cita-se que em pelo menos seis poderes legislativos o número já foi acertado: Brusque, Gaspar, Indaial, Itajaí, Pomerode e Rio do Sul. “Se mantivermos os 15, um parlamentar terá que atender mais de 20 mil habitantes aqui
Deusdith criticou o posicionamento da imprensa que, primeiro disse que 15 era demais e agora já considera pouco. “Mas não se preocupem. Ainda temos prazo. Vamos brigar para que a cidade tenha a representatividade necessária. Se não for 23 vereadores, que tenhamos 21, então”, enfatizou.
O parlamentar ainda abordou os R$ 9,7 milhões que haviam sido destinados pelo governo federal para a recuperação da margem esquerda do Rio Itajaí-Açú. “Infelizmente, o Comitê da Bacia indeferiu o projeto e perdemos o dinheiro. Mas o nosso deputado federal Pizzolatti e demais autoridades estão lutando para conseguirmos recuperar estes recursos. Aí começa a luta também para conseguir o restante do dinheiro. Já que hoje são necessários R$ 22 milhões para a obra”. Em relação a obras, Deusdith falou a respeito da rua Grevsmuehl, que com a última enchente teve algumas partes danificadas. “Ali são necessárias três contenções. Entendemos que não é fácil a situação do momento. São muitas áreas para recuperação, mas vou levar este caso ao conhecimento da Secretaria de Serviços Urbanos. Ali tivemos a primeira linha alpina do município”, lembrou.
Por fim, destacou o retorno da gerente do INSS à agência de Blumenau. “Ela dirigiu, por alguns anos, a de Camboriú”, ressaltou. O parlamentar deixou registrada a sua preocupação quanto às perícias médicas. “Os acidentes que levariam os funcionários a voltarem em 30 dias para o trabalho, terão que ficar 90 parados”. A ressalva foi feita em função de que os trabalhadores que se apresentaram em agosto serão periciados somente no mês de novembro. “E o pior é que eles não vão receber neste período. Receberão somente depois de o médico constatar que eles realmente estavam doentes neste período. É prejudicial ao trabalhador e ao empregador”.
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