Na opinião do vereador, ou se reforma, ou
se constrói um novo espaço, ou se fecha a unidade. “Há até uma marcenaria
funcionando em anexo, prejudicando o aprendizado das crianças”, destaca. No
educandário ficam 137 crianças, cuidadas por 20 funcionários. O imóvel tem mais
de 40 anos de idade. “O Rotary Clube Garcia já se ofereceu para ajudar. Não sei
por que o secretário de educação não aceitou”.
Deusdith encaminhará mais um requerimento
reiterando o anterior. “Vou esperar o prazo regimental de 30 dias para que dêem
uma resposta e uma solução. Se isto não acontecer, vou ao gabinete do senhor
prefeito com os colaboradores e os pais destas crianças pedir uma solução
urgente. É um descaso o que está sendo feito com esta unidade escolar”.
O progressista ainda pediu um novo estudo da engenharia de tráfego a uma via paralela a rua Amazonas, no Garcia, próximo ao 23º. Batalhão de Infantaria. “Colocaram no outro lado da rua placas de ‘proibido estacionar’. Então, o Batalhão tem usado muito aquele local em frente às lojas. Inúmeros veículos estão ocupando o espaço do comércio. É necessário rever o caso”.
O progressista ainda pediu um novo estudo da engenharia de tráfego a uma via paralela a rua Amazonas, no Garcia, próximo ao 23º. Batalhão de Infantaria. “Colocaram no outro lado da rua placas de ‘proibido estacionar’. Então, o Batalhão tem usado muito aquele local em frente às lojas. Inúmeros veículos estão ocupando o espaço do comércio. É necessário rever o caso”.
Conforme Deusdith, o mesmo aconteceu no
Centro Clínico Osvaldo Cruz. “Há algumas coisas que precisa se fazer avaliação
junto ao comércio, antes de colocar a placa, pois traz vários transtornos a
comunidade”.
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