Novamente o vereador Deusdith de Souza (PP) mostrou preocupação com as condições do Parque das Nascentes e pediu atenção a reserva ambiental. Ele contou que no dia 27 de janeiro recebeu ofício solicitando melhorias na localidade, como benfeitorias na estrada que dá acesso a Nova Rússia, abertura das curvas, recuperação do gabião de parte da via e sinalização. “As famílias que ali residem precisam de atenção especial”, afirmou.
Em seguida, o parlamentar destacou que parte do morro, localizado nos fundos da Ilha do Sossego, desbarrancou. O vereador entrou em contato com uma gerente da área que em breve trará à câmara uma lista das necessidades do local. Segundo Deusdith, as melhorias devem ser reivindicadas ao governo federal. “Parte do morro que cedeu faz com que a água se torne turva, pois obstrui um afluente daquele rio”, declarou. O vereador também denunciou problemas da ponte da rua Santa Maria. Ele assinalou haver verba disponível para obra no valor de R$ 720 mil. “Faltava planilha orçamentária para encaminhar à Secretaria de Administração, mas houve falha no projeto, o que atrasou a obra. Acredito que nos próximos 60 ou 90 dias teremos o processo licitatório. Vamos continuar cobrando”, salientou.
Num outro momento, Deusdith disse que ao ler a coluna de Carlos Tonet, com a manchete “Nova sede da câmara, mais uma afrouxada de nossos vereadores”, fez questão de ressaltar que não se inclui nesta “afrouxada” no que se refere a sede própria do legislativo, nem ao reajuste salarial dos vereadores. Ele sugeriu ao presidente Jovino que este assunto seja debatido. “Temos necessidade de uma sede própria, se não construída, mas alugada, que dê condições de trabalho para os vereadores da próxima legislatura. Temos que oferecer uma estrutura adequada para atender nossos munícipes que não venha conflitar, principalmente com o horário da prefeitura. Temos verba para isso. Nos últimos quatro anos devolvemos mais de R$19 milhões aos cofres públicos”, exaltou.
Por fim, o vereador parabenizou a Associação de Moradores da rua Belo Horizonte, que completou 23 anos de existência. “Este é um exemplo para todas as associações da cidade. Sabemos o quanto foi difícil a construção da sede, pouca coisa conseguimos através de subvenção”, observou.
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