6 de novembro de 2012

Deusdith parabeniza Napoleão e Jovino pela eleição





         “Foi a luta dos que não tinham dinheiro, mas tinham vontade de trabalhar”, expressou na tribuna o vereador Deusdith de Souza (PP). Ele contou que Napoleão Bernardes (PSDB) e Jovino Cardoso Neto (DEM) não tinham hora pra dormir e se levantavam cedo para ir aos terminais e saídas de fábricas. “Os dois foram de casa em casa, de comércio em comércio. Foi desta forma, sem aquele dinheiro todo, que eles venceram a eleição”.
   Para o progressista, esta foi uma luta de Davi contra Golias. “Recebi na minha casa, na última semana antes da decisão, um panfleto que dizia mais ou menos assim: ‘antes de decidir seu voto, veja quem está com Jean e quem está com Napoleão. Qual lado vai melhorar a vida das pessoas? Quem você quer pros próximos quatro anos?’. E a resposta da população foi Napoleão e Jovino”.
   Deusdith lamentou a atitude e afirmou que é inadmissível que partidos políticos ainda façam política desta forma. “É porque são fracos mesmo. Que possamos continuar apoiando Napoleão e Jovino. Deus queira que ninguém invente de fazer uma CPI no ano que vem sobre a Foz (do Brasil) e águas passadas. Deus queira que alguém tenha coragem. Aí enterramos de vez os 30%”, ironizou.
   O vereador ressaltou que na segunda-feira (29), o futuro prefeito e o seu vice já estiveram no gabinete de João Paulo Kleinubing (PSD) e do governador Raimundo Colombo (PSD). “Pela primeira vez na história, a reforma administrativa vai acontecer antes de o prefeito tomar posse. Vão fazer aquilo que berramos nesta tribuna: redução dos cargos comissionados, vão aproveitar melhor o servidor de carreira, vão fazer uma prefeitura enxuta, com mais capacidade de investimento”. Ao criticar o atual governo, Deusdith se colocou à disposição para debater “com alguém que tiver coragem, os dados deste governo”.
   Por fim, cumprimentou a platéia presente, principalmente o futuro vereador Marcos de Souza, que foi o mais votado na última eleição, e explicou o porquê não participou deste pleito. “Resolvi sair porque sabia que havia necessidade de renovação. Tenho cinco mandatos. Começou pelo prefeito. Assim também deveria ser com os vereadores”.

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